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Hoje, vou falar de amor.
Não daquele amor
Que provoca devaneios,
Leva à loucura,
Produz arrepios,
Causa ciúmes,
Faz sonhar,
Fugir do real,
Une sexo opostos,
Atrai o mesmo sexo.

Nem vou falar do amor
Que é doentio,
Quer exclusividade,
Levanta inveja,
Solta calúnias,
Comete desatinos,
Facilita traições,
"Puxa-tapetes",
É ponte para o ódio.

Vou falar, sim, do amor
Que arrebata corações,
Explode em alegrias,
Exulta de felicidade,
Sorri de bobagem,
Chora de emoções,
Grita de desespero,
Acalma a raiva,
Perdoa com facilidade.

Preciso ainda, falar do amor
Que enobrece a alma,
Mata a fome do próximo,
Ajuda criança a se desenvolver,
Prega paz e combate a guerra,
Deixa exemplos em lugar de palavras,
Mantém harmonia em família,
Tem características de participação,
Marca de encontro com o próprio "EU".

 

 

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